ela.

todas as coisas visíveis, invisíveis e até mesmo abstratas, todas essas coisas, ela – e somente ela – tinha a capacidade de vê-las. como reflexo de si mesma, enxergava nos pequenos detalhes, a essência panorâmica de cada ser. como pequenos relapsos, colapsos e deslapsos, ela observava o incomensurável poder de cada coisa ínfima, como sendo a mais bela abstração, o mais formoso fiasco, a mais frondosa coincidência. não podia consigo mesma determinar a medida do poder de cada fresta, cada trisco, cada signo; porém podia sentir a infinita abrangência de ser isto.

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