arquivo

Arquivo mensal: março 2015

sensação-turbilhão
dessuicídio pós-ictal
o cheiro do ranço do cachorro
o desconforto na vista
a alma aberta
e o som:

“traga toda luz que há no céu,
traga toda luz que há no chão”

toda ressaca moral
seja pro bem,
seja pro mal.

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meu peito-pássaro
assassinado
voa ferida que não cansa,
ao lado,
teu jeito torto ignorado
refúgio-quimera
espera,
o degrau que não alcança.
meu útero penhasco violado
destoa aos pedaços
e sangra.